Por uma moda mais transparente

12/03/2019 10:44

#QuemFezMinhasRoupas: você já deve ter se deparado com essa hashtag por aí. A campanha, que convida marcas, mercado e consumidores a refletir sobre o processo produtivo da cadeia da moda, foi idealizada pelo movimento Fashion Revolution, apoiado pelo Instituto C&A e que tem como diretora educacional Eloisa Artuso, personagem deste mês da nossa coluna na revista Marie Clarie.

 

“Trabalhar por uma indústria da moda mais ética e transparente é lutar pela melhoria das condições de trabalho das mulheres. Igualdade salarial, combate a preconceitos relacionados ao gênero, capacitação e empoderamento feminino são consequências das nossas ações”, diz a estilista Eloisa Artuso, que, além de diretora educacional do Fashion Revolution Brasil, é professora do Instituto Europeo di Design (IED) e cofundadora da UN Moda Sustentável.

 

 

O Fashion Revolution nasceu após o desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, em 24 de abril de 2013, matando mais de mil pessoas e ferindo outras 2.500. O prédio era ocupado por fábricas de roupas, e as pessoas trabalhavam em condições análogas à escravidão. Foi o pior acidente na história da indústria da moda. Esse desastre virou um marco e o dia 24 de abril ficou internacionalmente conhecido como Fashion Revolution Day, o dia de dizer basta e alertar o mundo que pessoas não podem perder suas vidas para alimentar o ritmo frenético da moda.

Acesse a matéria completa no site da revista

Quer saber como o Instituto C&A impacta de forma positiva as comunidades e as mulheres pelo Brasil? Acompanhe as publicações da Marie Claire. A cada mês, uma nova história para você.

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